O Querer

Imaginei-te hoje aqui, comigo, neste quarto de pousada, com eu cá, deitado a sentir o suor ainda escorrer sobre as algumas dobras de minha barriga e costas a umedecer o tecido da coberta, já desprendida da cama, e a minha pele peluda, que toda vez ao atritar na tua, crava o teu cheiro em mim,... Continue lendo →

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O corpo

Há três, quatro dias eu tenho tido uma tremenda dificuldade para pegar no sono e ficar nele por um tempo que dê para eu corpo, para eu mente e para eu espírito descansar e recarregar as energias. Como isso tem sido escasso esses últimos três, quatro dias, o acúmulo de desânimo tem somado à ansiedade... Continue lendo →

O que que é a vida, já que tu estás nela?

Despretensiosamente, troquei mensagens casuais, até repentinas, perguntando a uns amigos, de diferentes idades, "O que que é a vida, já que tu estás nela?". Depois que li os mais diferentes e sensíveis depoimentos, perguntei como seria a representação dela por meio de uma fotografia. Juntei todas aqui e agora vejam o resultado: "Minha vida eu acho... Continue lendo →

Honoríficos da rua

Quarta (01), às 8h dobrei a rua Rio Branco e o morto já estava conformado (a justiça não). Eu, com o fone no ouvido, peito cheio de agrura e com dezenas de uma dúzia e meia de coisas na cabeça, desci a praça Gonçalves Dias e a Maria Aragão com Travessia de Milton Nascimento: “Solto... Continue lendo →

Peguei um ônibus gentil!

Não há lugar mais aglomerado para se passar as mais diversas situações que dentro de um coletivo. São oportunidades amiudadas para exercitar a paciência, o respeito ao próximo, pôr a gentileza em dia e quando possível for, aproveitar a rota para inclinar a cabeça na vidraça da janela, (óculos e fone são uma boa pedida),... Continue lendo →

Mulher de esquina e todo canto

Todos os dias Todos os dias morre uma Rosa, uma Maria, uma Joana. Todos os dias morre uma mãe, uma mulher, uma filha. Todos os dias a Josefa, a Clarice e a Chica são presas pela pena e o medo. Todos os dias enquanto elas morrem, um indivíduo covarde nasce. Todos os dias uma Joana... Continue lendo →

Pelas ruas: Amor, sexo e dissabor

Ao sair de casa, dentro de casa, quando dobrar a esquina, depois de subir a ladeira, correr pela calçada, longe ou perto do portão, alguém está a se insinuar. São olhos, gestos e sorrisos que dão indícios de um desejo (ou chacota). “De noite eu rondo a cidade/ a te procurar sem encontrar/ no meio... Continue lendo →

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